h1

Época 1981/82: Terceira Divisão

Junho 1, 2007

Série A:

Vizela. . . . . . . . .30 19  9  2 49-11 47
Riopele . . . . . . . .30 14 12  4 53-20 40
Ponte da Barca. . . . .30 15  7  8 49-29 37
Mirandela . . . . . . .30 15  7  8 35-18 37
D. Aves . . . . . . . .30 14  7  9 49-38 35
São Martinho. . . . . .30 12  7 11 38-31 31
Limianos. . . . . . . .30 12  7 11 36-33 31
Cabeceirense. . . . . .30 10 11  9 43-31 31
Vianense. . . . . . . .30 11  9 10 40-32 31
Ribeirão. . . . . . . .30 13  5 12 35-31 31
Moreirense. . . . . . .30 10  9 11 27-33 29
Monção. . . . . . . . .30 10  8 12 33-30 28
Vilaverdense. . . . . .30  6 14 10 28-43 26
Maria da Fonte. . . . .30  4 10 16 25-53 18
Sendim. . . . . . . . .30  5  8 17 27-62 18
Prado . . . . . . . . .30  3  4 23 17-89 10

Série B:

Valonguense . . . . . .30 17  7  6 44-19 41
Lourosa . . . . . . . .30 17  6  7 52-19 40
Infesta . . . . . . . .30 16  7  7 41-20 39
Tirsense. . . . . . . .30 13 12  5 48-28 38
Ovarense. . . . . . . .30 14  9  7 47-24 37
Vilanovense . . . . . .30 17  3 10 45-27 37
Lixa. . . . . . . . . .30 15  5 10 36-27 35
Paços de Brandão. . . .30 13  6 11 44-40 32
Ermesinde . . . . . . .30 10 11  9 33-30 31
Marco . . . . . . . . .30 12  6 12 34-41 30
Paredes . . . . . . . .30 10  9 11 31-33 29
Valadares . . . . . . .30  8 12 10 34-40 28
Mogadourense. . . . . .30  9  8 13 22-33 26
Régua . . . . . . . . .30  6  7 17 27-52 19
Candal. . . . . . . . .30  2  7 21 19-60 11
Carvalhais. . . . . . .30  2  3 25 12-77  7

Série C:

Anadia. . . . . . . . .30 23  5  2 78-17 51
Estarreja . . . . . . .30 17  8  5 53-21 42
Quiaios . . . . . . . .30 14  8  8 46-35 36
Penalva . . . . . . . .30 14  7  9 38-27 35
Esperança Coimbra . . .30 11 12  7 37-33 34
Mangualde . . . . . . .30 11 11  8 28-28 33
Viseu e Benfica . . . .30 11 11  8 37-37 33
Vildemoinhos. . . . . .30 12  5 13 37-39 29
Naval . . . . . . . . .30 12  5 13 47-45 29
Alcains . . . . . . . .30 11  7 12 34-39 29
Tondela . . . . . . . .30 11  6 13 46-52 28
Seia. . . . . . . . . .30 12  3 15 30-31 27
Alba. . . . . . . . . .30 10  7 13 25-33 27
Pedrulhense . . . . . .30  7  8 15 27-39 22
Febres. . . . . . . . .30  5  6 19 24-57 16
Marialvas . . . . . . .30  2  5 23 14-66  9

Série D:

Torreense . . . . . . .30 16 11  3 48-20 43
Est. Portalegre . . . .30 14 10  6 50-26 38
Caldas. . . . . . . . .30 13 12  5 33-24 38
Campomaiorense. . . . .30 13 10  7 34-25 36
Sporting Pombal . . . .30 14  6 10 36-28 34
U. Tomar. . . . . . . .30 14  5 11 41-30 33
Marinhense. . . . . . .30 13  5 12 33-35 31
SL Marinha. . . . . . .30 10 11  9 32-24 31
Torres Novas. . . . . .30 12  6 12 35-32 30
Alferrarede . . . . . .30 10 10 10 34-34 30
Bombarralense . . . . .30 10  8 12 35-40 28
U. Almeirim . . . . . .30 10  8 12 33-35 28
Marrazes. . . . . . . .30  8 11 11 28-34 27
Vieirense . . . . . . .30  5 10 15 24-49 20
Valcovense. . . . . . .30  5  7 18 21-47 17
Alpalhoense . . . . . .30  3 10 17 18-51 16

Série E:

Atlético. . . . . . . .30 15 11  4 45-24 41
Odivelas. . . . . . . .30 14 10  6 47-33 38
Vilafranquense. . . . .30 12 12  6 22-21 36
Oliveirenses. . . . . .30 12 11  7 35-27 35
Coruchense. . . . . . .30 10 11  9 30-33 31
Oriental. . . . . . . .30  9 12  9 24-29 30
A. Cacém. . . . . . . .30  8 13  9 36-32 29
SL Olivais. . . . . . .30  8 13  9 27-28 29
Almada. . . . . . . . .30 12  5 13 50-33 29
Tires . . . . . . . . .30 11  7 12 32-36 29
Pero Pinheiro . . . . .30  9 10 11 30-30 28
Olivais e Moscavide . .30 10  8 12 39-33 28
Vitória Lisboa. . . . .30  7 12 11 22-40 26
Angrense. . . . . . . .30 10  6 14 34-45 26
Loures. . . . . . . . .30  8  9 13 30-39 25
Bucelenses. . . . . . .30  5 10 15 21-42 20

Série F:

Olhanense . . . . . . .30 19  7  4 69-17 45
Sesimbra. . . . . . . .30 18  6  6 52-21 42
Campinense. . . . . . .30 14  9  7 60-24 37
Trafaria. . . . . . . .30 11 11  8 29-33 33
Comércio e Indústria. .30 13  7 10 55-40 33
Moitense. . . . . . . .30 11 10  9 30-29 32
Seixal. . . . . . . . .30 12  8 10 31-35 32
Louletano . . . . . . .30 13  5 12 48-42 31
Lusitano VRSA . . . . .30 11  8 11 36-28 30
Santiago do Cacém . . .30 12  6 12 38-38 30
Alvorense . . . . . . .30 11  7 12 33-37 29
Silves. . . . . . . . .30 10  9 11 28-32 29
Aljustrelense . . . . .30 11  5 14 38-50 27
D. Beja . . . . . . . .30  5 10 15 26-48 20
Serpa . . . . . . . . .30  5  7 18 21-63 17
Redondense. . . . . . .30  4  5 21 21-78 13

Apuramento do Campeão:

Vizela . . . .4 3 0 1  9-2  6
Valonguense. .4 1 1 2  6-10 3
Anadia . . . .4 1 1 2  7-10 3

Atlético . . .4 3 1 0 20-3  7
Olhanense. . .4 1 1 2  6-23 3
Torreense. . .4 1 0 3  8-8  2

Final:

VIZELA: 2 Atlético: 1.

Advertisements

11 comentários

  1. Os resultados do torneio de apuramento do campeão foram:

    Valonguense: 3 Anadia: 3.
    Valonguense: 0 Vizela: 2.
    Anadia: 2 Vizela: 1.
    Anadia: 2 Valonguense: 3.
    Vizela: 3 Valonguense: 0.
    Vizela: 3 Anadia: 0.

    Atlético: 4 Torreense: 0.
    Atlético: 12 Olhanense: 0.
    Torreense: 6 Olhanense: 0.
    Torreense: 0 Atlético: 1.
    Olhanense: 3 Atlético: 3.
    Olhanense: 3 Torreense: 2.

    Vizela: 2 Atlético: 1.


  2. Um dos casos desta época, foi a tão polémica despromoção do FC Tirsense aos distritais da AF Porto. Na última jornada da Série B, Valonguense – 40, Lourosa – 39, Tirsense – 38 e Infesta – 37 podiam subir de divisão. Curiosamente, os jogos da última jornada foram: Valonguense -0 Lourosa -0 (este resultado servia aos dois clubes) e Infesta – 2 Tirsense -0, jogo este que ficou marcado pelo abandono de campo dos jogadores do Tirsense, quando ficaram reduzidos a 7 jogadores e um jogador se lesionou (ou fingiu), como revolta pela forma como foi afastado da subida nas últimas jornadas do campeonato. Lembro-me perfeitamente de um vergonhoso Lourosa -6 Tirsense -1, coma a equipa de Santo Tirso a ganhar por 0-1 e o trio de arbitragem a ser agredido com guarda-chuvas, pedradas, rádios portáteis e mais o que tivessem nas mãos e completamente aterrorizados construíram o resultado com uma série de 3 penalties fabricados e outras tantas expulsões para gaúdio dos adeptos do Lourosa.
    Adiante, o Conselho de Disciplina desclassificou o Tirsense e despromoveu o clube aos distritais da AF do Porto. Depois de recorrer da decisão para o Conselho de Justiça, o Tirsense foi reintegrado na 3ª divisão, mesmo depois de ter disputado dois jogos nos Distritaia: Coimbrões -2 Tirsense -0 e Tirsense -0 Aliados de Lordelo -0.
    Na época 82-83, o FC Tirsense subiu de divisão, eis a equipa tipo: Gr- Sílvio (ex: A. Viseu, antes-Famalicão, V. Guimarães); Def- Omar (ex: P.Ferreira)-Valério (ex: Trofense, depois- Espinho,Guimarães,Boavista,E.Amadora,Tirsense,Maia)- Nelson (ex: Salguiros, antes- avançado do Varzim,Benfica,Sporting e Marítimo)- Vasconcelos (ex: Nacional da Madeira); Méd- Pedro Paulo (transitou, antes- Chaves, Juventude Évora,A. Viseu e Boavista)- Manuelzinho (transitou, ex: júnior, depois- Varzim, Aves e Covilhã)- Edinho (ex: Salgueiros); Avs- Pirata (transitou,antes- Boavista, Paços de Brandão, depois- Freamunde)- Bock (transitou)- Jaime Graça (transitou, depois- Boavista? U. Coimbra? e Rio Ave).
    Outros: Méd: Lima (ex: Covilhã, antes- Beira mar)- Brandão (ex: Ermesinde, antes- FC Porto, A. Viseu)- Treinador: António Jesus.
    O FC Tirsense disputou a 1ª Jornada de 82-83 com o campeonato já em andamento, recebendo o Lamego e goleou por 4×0, com direito a resumo do jogo no programa desportivo de Domingo á noite – Gira a Bola (foi a primeira vez que vi um jogo do Tirsense na TV).


  3. Excelente retrospectiva, Corsário Negro. 🙂

    Particularmente interessante o facto de o Tirsense ter ao seu serviço muitos jogadores que já foram aqui citados no blogue: Sylvio, Nélson Fernandes, Valério, Pedro Paulo, Manuelzinho, Carlos Alberto Brandão, Pirata, Jaime Graça…


  4. Caro Arquivista, penso que se equivocou na Série F pois as 18 vitórias e os 6 empates do Sesimbra conferem-lhe 42 pontos e não 40 pontos como colocou.

    Cumprimentos e bom trabalho


  5. Novamente bem reparado, dragão tocha. 😉


  6. Foi mesmo 12-0 a goleada que o Olhanense sofreu do Atlético? Um 12-0 nos anos 80 é no mínimo incrível! Lembro-me, de 10-4, num Atlético-Olhanense, da, então I Divisão, em 1947-48, mas um 12-0… O que levou a este descalabro? Olhanense fez uma época onde deixou vincada a sua supremacia na Série F. Algo deve se ter passado.
    O que acha de agora não se apurar o campeão da III Divisão e haver 7 (!!!) campeões por ano?


  7. Bons dias, sr. Arquivista.

    Gostaria de lhe colocar duas perguntas: qual é afinal a verdade sobre o Calabote? Ele deu mesmo dez minutos a mais ou é tudo uma história do Norte?
    Queria também lhe perguntar quais eram para si os adeptos mais aguerridos de Portugal. Já que falamos de adeptos, conhece uma personagem que dava pelo nome de Gago de Alcântara?

    Aguardo ansiosamente as suas informações sobre a década de 60. Para ser perfeito, o seu arquivo só devia ter uma foto de melhor gosto no cabeçalho.


  8. Marco Amorim:
    O facto de haver sete campeões por ano da III Divisão mostra o estado desleixado a que chegaram as competições geridas pela FPF. Antigamente era ponto de honra os apuramentos de campeões nacionais da II e da III Divisão. Mas agora só se interessam pelas selecções e pouco mais.
    Felizmente agora na II Divisão apuram o campeão nacional porque têm de apurar as equipas que sobem de divisão. Mas ainda há pouco tempo isto também não acontecia. No entanto é injusto, que dos quatro vencedores de séris só subam duas equipas à Liga de Honra.


  9. Marco Amorim:

    Não sei por que motivo, mas o Olhanense escalou para esse jogo a equipa de juvenis (!!!).

    A estrutura actual das competições nacionais não é um assunto sobre o qual goste especialmente de me pronunciar, mas sempre digo que, na minha opinião, o melhor modelo para o futebol português seria o regresso ao 1-3-6, Primeira Divisão + Segunda Divisão em três zonas + Terceira Divisão em seis séries. Tal como as coisas estão, não me surpreende que os clubes e a FPF se desinteressem do apuramento do campeão nacional da Terceira Divisão.


  10. Sr. Amílcar,

    Vamos por partes:

    a) É a sua opinião; eu acho que o cabeçalho assenta que nem uma luva no espírito do blogue, e acredito mesmo que seja uma das razões do seu sucesso.

    b) É óbvio que, quanto mais não seja pelo número de adeptos, os estádios mais difíceis em Portugal eram, e continuam a ser, os do Porto, Benfica e Sporting.

    Mas havia outros campos também particularmente temidos, como os do Leixões, do Olhanense e dos clubes do Barreiro, CUF e Barreirense. Não é difícil verificar um padrão: todos eles são clubes fortemente implantados em comunidades operárias ou piscatórias.

    O Gago de Alcântara era um adepto benfiquista que tinha o hábito de aparecer no meio dos jogos (de jaqueta encarnada e tudo) e fazer umas palhaçadas para gáudio do público. Se quiser, estava para o Benfica europeu como o Emplastro para as vitórias recentes do Porto.

    http://www.videoclips.pt/search_result.php?search_id=Emplastro

    Há quem aprecie…eu não.

    c) É um assunto que foge um pouco ao arco temporal dos Arquivos, mas posso garantir que o caso Calabote não é uma “história do Norte”.

    O árbitro Inocêncio Calabote é geralmente acusado de duas coisas: de ter “inventado” dois penaltis a favor do Benfica e de ter prolongado o jogo muito para além do devido.

    Em relação aos penaltis, é verdade que ele marcou três contra a CUF, e que dois deles foram apontados pela crítica como sendo bastante forçados; como destes dois penaltis resultaram os dois primeiros golos do Benfica, o sr. Calabote foi de imediato acusado de oferecer um avanço de dois golos ao Benfica.
    Pessoalmente, uma vez que, tanto quanto sei, não há quaisquer imagens dos lances, não me custa dar o benefício da dúvida ao árbitro.

    Em relação aos descontos, não é verdade que se tenha dado mais de 10 minutos; o atraso de 10 minutos com que o jogo do Benfica terminou em relação ao do Porto tem outra explicação.
    O sr. Calabote deu 4 ou 5 minutos de descontos, o que, sendo provavelmente exagerado, não deixa de ser aceitável, tendo em conta a substituição do guarda-redes da CUF, o Gama.
    MAS aquilo que não é aceitável, e que em último caso determinou a sua irradiação, é que o sr. Calabote tenha sido complacente com o atraso de sete minutos com que a equipa do Benfica regressou ao campo depois do intervalo, isto quando todos os árbitros tinham recebido ordens rigorosas para que os encontros começassem e terminassem ao mesmo tempo. É este pormenor sobre o atraso do Benfica no regresso à partida que costuma faltar nas discussões sobre o caso Calabote.

    0 apoio especial que o Benfica deu ao Torreense também não é uma história exemplar (ao ponto de o adjunto de Otto Glória, José Valdivieso, ter sido encarregado da preparação do Torreense para o jogo com o Porto), mas foi esse “atraso” consentido que despoletou o caso Calabote.


  11. EXPPLICAÇÃO DOS 12-0

    O Olhanense jogou com juniores tal como foi dito anteriormente, porque a equipa principal foi jogar para os EUA… tal o desinteresse pela fase final.

    cmpts

    gugu.historial@portugalmail.pt



Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: